Diário #2: É hora de renascer

É desse jeito que gosto do sol, em um tom laranja misturado com o azul do céu que logo será dominado pelo preto da noite, daí eu me pergunto: como é que existem pessoas no mundo que não gostam do sol? Pois é.

Tem horas que me pego refletindo sobre várias coisas e o melhor disso é que um assunto não tem nada a ver com o outro sabe. Uma bagunça total, é assim que estou nesse momento. Se perceber é tão difícil quanto se equilibrar em uma corda de slackline e as vezes somos tão cegos.

Por muito tempo acreditei ser imutável assim como o sol, sempre no mesmo lugar, do mesmo jeito e com a mesma função e pra mim estava ótimo, mas lá no fundo eu sabia que não era bem assim. Me obriguei a acreditar que fosse verdade para estancar meu verdadeiro eu e sem me dar conta, transbordou. Uma pergunta tão clichê que agora tem o maior peso que carrego: Quem é você?

Vulnerável, influenciável, agressivo, grosso... Não! Esse não sou eu. O choque de começar a entender que o que sempre abominou é na verdade parte de mim me deixa inerte a toda realidade que criei. Me sinto no vazio! Pelo menos uma coisa boa: tenho qualidades.

Não posso me permitir pular nenhuma etapa desse novo recomeço e se eu me imaginava forte, agora é que eu saberei. Ter noção de tudo isso não foi tão ruim, percebi que assim como o sol, eu posso renascer.


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